Jorge Braz "Continuo a achar que não é uma utopia ser um dia campeão do mundo."
Jorge Braz analisou a partida de hoje, onde o Brasil voltou a bater Portugal, desta feita por 0-4
Jorge Braz começou por dizer que "Dos anteriores jogos em que estive, houve um ou dois em que estivemos muito próximos de ganhar. Nestes dois desafios, o Brasil esteve num nível acima de nós. Hoje competimos, mas o Brasil foi melhor."
Sobre a partida o selecionador nacional referiu que "Na primeira parte deste jogo houve momentos em que continuámos sem condicionar os jogadores do Brasil e, para isso, temos de competir mais. Hoje conseguimos fazer isso de uma forma mais razoável, e a atacar procurámos também algumas soluções diferentes. Fomos Portugal em alguns momentos.
Jorge Braz disse ainda que o guarda-redes brasileiro Guitta "esteve muito bem. Por vezes os guarda-redes portugueses jogam pouco nos clubes e os que vêm de fora tornam-se melhores. Isso também é sinal da grande qualidade do futsal português. Se tivéssemos conseguido marcar um ou dois golos entraríamos na discussão do resultado."
Acerca do Campeonato do Mundo e do seu apuramento Jorge Braz lembrou que "Na semana passada, ao ver os meus arquivos, encontrei a primeira entrevista e o título era 'Não é uma utopia ser campeão europeu'. E não foi. Continuo a achar que não é uma utopia ser um dia campeão do mundo. O caminho é este. Por vezes é difícil, sim, mas houve muitos momentos difíceis até ser campeão europeu. É muito difícil? É. Mas não é uma utopia. Acredito neste processo. E vamos continuar a acreditar neste caminho. Vamos ter mais momentos de preparação com Brasil e Espanha, sem nunca nos metermos no buraco e jogando olhos nos olhos."
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