Está tudo à espera das soluções da DGS



O Jornal Record escreve na sua edição escrita que "a inquietação está a apoderar-se das federações e clubes das modalidades coletivas de pavilhão, numa altura em que se entra em contagem decrescente para a reunião decisiva desta semana, provavelmente amanhã, com a Direção-Geral da Saúde (DGS), de quem se espera soluções. As federações entregaram as suas propostas à autoridade sanitária que é responsável pela monitorização e controlo da pandemia, esperando-se, agora, que surjam soluções para viabilizar a nova época competitiva, com início em setembro, o mais tardar. Há muita pressão sobre modalidades como o voleibol, basquetebol, andebol, hóquei em patins e futsal, pois os recursos são cada vez mais magros e há que orçamentar e planear o futuro.", lê-se.

Vicente Araújo, presidente da Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) e um dos dirigentes mais influentes e antigos do movimento associativo, está apreensivo. Em declarações a Record, manifestou as suas preocupações: “Nem me devia pronunciar antes da DGS, mas é claro que existe uma preocupação no desporto federado. Espero, no entanto, que tudo se resolva rapidamente, de modo a que as equipas possam trabalhar em setembro, com a retoma dos campeonatos nacionais de seniores masculinos e femininos”, desejou o dirigente federativo. Há ainda outras questões, como os custos dos testes e a sustentabilidade dos clubes, cada vez mais fragilizados: “A paragem já consumiu e desgastou bastante, mas Federação, clubes e atletas estão preparados para o futuro. Resta saber em que condições e depende da evolução da pandemia. Espero que tudo melhore.” , revela ao mesmo jornal.

Federações em uníssono
Contactada pelo mesmo jornal, "a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), Pinto Alberto, diretor de competição, fez questão de dizer que nesta altura não se podem fazer vaticínios quanto ao futuro: “Estamos numa fase de diálogo entre as federações e a DGS, conversações que estão a ser acompanhadas pela Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, pelo que não vale a pena especular. O que posso dizer é que as cinco federações das modalidades coletivas de pavilhão estão em consonância, aguardando as condições de retoma, sabendo de antemão que a competição terá de ser reatada com todas as condições sanitárias de segurança. De referir que apesar das particularidades das diferentes modalidades, as condições de trabalho são as mesmas, pois frequentam-se os mesmos espaços e os pavilhões são os mesmos. Temos de aguardar pelas melhores soluções.”", lê-se na mesma publicação do diário desportivo Record num artigo assinado pelo jornalista do Record Alexandre Reis. (09/07/2020)



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