Real Rieti, Pietropaoli coloca ponto final no clube e liberta todos os jogadores
A história de PalaMalfatti levou o clube de Sabine a tomar a decisão mais difícil: interromper todas as atividades competitivas; os jogadores foram informados de que estão livres para encontrar um novo projecto.
Pietropaoli disse com extrema clareza: é o fim de todas as atividades competitivas, em todos os níveis, considerando que não há estruturas na cidade onde possa, alternativamente, mover o local da equipa. Ontem à tarde, a secretaria do clube Sabino, a comunicar aos jogadores (que no início de agosto eram esperados, a retirada da pré-temporada) para começarem a considerarem-se livres de quaisquer restrições contratuais e federais. Fornari, Nicolodi e Rafinha Rizzi, prontos para embarcar para regressar a Itália, permanecem no Brasil.
Um caso que lembra a história da final dos playoffs da Série A2 de alguns anos atrás entre Cogianco e Augusta, que não foi contestada desde que o acesso ao PalaCesaroni em Genzano foi impedido por uma provisão administrativa devido à falta de um documento de segurança o que não permitiu que a estrutura fosse considerada viável.
A Real Rieti declarou-se estranha a qualquer responsabilidade, sob o argumento de que o encerramento do PalaMalfatti é a "consequência de uma conduta que não pode ser atribuída a ele, como evidenciado pela documentação existente que será produzida nos escritórios relevantes para proteger a imagem corporativa".
Mas Roberto Pietropaoli tomou a sua decisão e não haverá registo para a próxima Série A: o Real Rieti pára por aqui.
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