André Galvão "Não estava à espera e recebi esta convocatória com grande orgulho e com muito prazer.”



André Galvão explicou ao fpf.pt que a personalidade de Zicky, de quem que tratar-se de “um puto porreiro”, facilitou a ligação.

André Galvão cumpriu a sua primeira internacionalização A há quase nove anos, a 15.05.2012, num triunfo diante da Bélgica, por 3-1, mas desde então jogou apenas mais três partidas de Quinas ao peito. Foi o quinto jogador mais jovem de sempre a estrear-se na Seleção principal -estava então a cerca de três meses de completar o 20.º aniversário - e espera voltar a ajudar em campo a Seleção, agora com 28 anos. O pivô explicou os motivos desta irregularidade e deixa conselhos aos mais jovens, principalmente ao colega mais novo de posição.

“O conselho que deixo aos mais novos, principalmente ao Zicky que joga na minha posição, é para ele continuar a trabalhar, como tem feito. Vir aqui para conquistar o seu espaço, lutar por isso… Querer sempre mais, pois chegar aqui não significa que já está com o lugar garantido. Ele e todos os jovens que aqui vêm, têm de mostrar que querem cá voltar. O facto de não vir aqui muitas vezes ou vir regularmente, acho que é um pouco por causa da minha forma física. Se me disserem que de há uns bons anos para cá merecia vir à Seleção, eu diria que não. Claro que não por causa da minha condição física. Se me disserem que atualmente mereço vir cá, digo que sim. E digo que sim, porque ao nível individual a época está a correr-me super bem – ao nível da forma física estou bem e a melhorar ainda. Ao nível de clube também estamos bem.”
 
O bom momento que o jogador do Leões de Porto Salvo atravessa é o reflexo desta chamada, mas a convocatória de Jorge Braz para estes jogos acabou por o surpreender.

“Não estava à espera. Comentei até com o Pauleta – na convocatória para os jogos com a República Checa estava à espera e não fui; Para esta [convocatória] não estava à espera, porque, neste caso, o Zicky está muito bem – tem feito ótimos jogos, um ótimo trabalho. Não estava à espera e recebi esta convocatória com grande orgulho e com muito prazer.”

Depois de dois empates nesta fase de qualificação, André Galvão sabe que não há espaço para errar e acredita que uma Seleção portuguesa igual a si própria vencerá as duas partidas.

“[A receita para ganhar] contra a Noruega é sermos Portugal – mostrar a intensidade e a qualidade que temos.”

“Eu sou mais um para ajudar. De tantos atletas aqui estão e outros que estão fora, eu sou mais um para ajudar. Cabe-me escutar qual a tática ou perceber qual o momento em que o mister me quer colocar em campo e aí tentar ajudar com golos, com assistências, com recuperações de bola, em situações de recuperação.”

Sobre a relação que criou com Zicky num tão curto espaço de tempo, André Galvão explicou esta amizade instantânea.

“Não nos conhecíamos, nunca tínhamos falado, nunca nos tínhamos visto a não ser no jogo… E surgiu esta amizade que se está a construir - este laço de família como se costuma dizer. O Zicky é um puto cinco estrelas que se dá a conhecer e é muito chato. Acho que é a ‘chatice’ dele que cativa as pessoas – é super engraçado e é um bom miúdo

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