Napoles alega que Bruno Coelho tem contrato até 2023



O Napoli Futsal entra em campo para proteger os seus interesses, escreve o portal calcioa5live.com

O clube de Phlegrean escreveu uma carta à Federação Italiana sobre os casos de Bruno Coelho e Nejc Hozjan, jogadores ainda sob contrato prestes a vestir outras camisolas.  

De Hozjan a Bruno Coelho, o passo é curto. Mesma situação, só muda o clube, no caso de Bruno Coelho, o Benfica. “Bruno Coelho - especifica o Napoli Futsal - assinou um acordo económico até 30 de junho de 2023, devidamente arquivado, e, neste momento, não enviou qualquer pedido de transferência. No entanto, tivemos a certeza de uma participação constante nos treinos do clube SL Benfica, a partir de 1 de agosto”.

Também neste caso, o Napoli Futsal utilizou o mesmo processo. “Enviámos um aviso pessoal no passado dia 14 de julho e, posteriormente, um aviso também ao clube português. O Gabinete de Associados da FIGC foi devidamente informado deste procedimento”. Serafino Perugino não tem intenção de parar: "A nossa é uma firme oposição à concessão da transferência". Perugino apela ao artigo 5º dos acordos económicos depositados que preveem, no artigo 5º. "Quando o atleta, contrariamente aos termos de filiação ao clube, solicitar e obter filiação como futebolista profissional ou não profissional a um clube de federação estrangeira, ser-lhe-á exigido - também nos termos do disposto no artigo 17.º do Regulamento da FIFA sobre o estatuto e transferência de jogadores - ao pagamento ao clube de uma multa igual ao dobro ou ao triplo dos montantes globais acordados a favor do atleta com este acordo (independentemente de serem, ou não, acumulados e/ou pago). Sem prejuízo de maiores danos e sanções desportivas aplicáveis”.

A batalha do Nápoles continua da seguinte forma: "Esta longa premissa foi essencial para enquadrar claramente a situação que nos vê neste momento quase impotentes perante as federações estrangeiras que, seja por superficialidade ou desconhecimento do Regulamento em vigor. É uma batalha - troveja Serafino Perugino - que poderia nos levar perante a FIFA, para exigir o cumprimento desses acordos, assinados livremente, e os regulamentos subjacentes a esses acordos. Temos certeza de que tanto a Divisão quanto a própria Federação poderão nos substituir e apoiar adequadamente, realizando e implementando todas as iniciativas voltadas à resolução do problema apresentado e que, de fato, acabarão produzindo jurisprudência e estudos de caso. Só assim todos os clubes virtuosos das nossas ligas poderão, não só ver os acordos depositados, para todos os sócios, mas, também e sobretudo, ter uma legislação de referência precisa, em defesa dos seus interesses e do trabalho árduo que seja realizado todos os dias".



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