Jorge Braz "Sempre olhámos para nós, o que temos de fazer, e para continuarmos este registo não podemos abrandar."



Depois de ganhar dois Europeus e um Mundial, Portugal bateu Espanha nos penáltis (4-2), após um empate no prolongamento (1-1), e conquistou a 1ª edição da Finalíssima, disputada entre os finalistas do Euro e da Copa América. Na chegada a Lisboa, esta terça-feira, Jorge Braz não escondeu a satisfação por mais um troféu da Seleção.

"Não há limites para o que podemos fazer e como nos podemos superar constantemente. Era uma competição nova, queríamos muito continuar neste registo, trazer esta competição para a Cidade do Futebol. Quiseram mesmo muito trazer este troféu", disse aos jornalistas.

Discurso emotivo e convicção de que Edu não ia falhar nos penáltis: "Confio totalmente neles e os penáltis são mais um momento emocional e confiava. Edu já merecia um momento assim, por tudo o que passou. Estava convicto que ia cair para o nosso lado".

Como se motiva uma equipa 'habituada' a ganhar: "Já não é preciso, é natural no dia a dia - cada treino, cada refeição, cada reunião... -, já é natural. Não precisamos de olhar para o passado, já está a ficar rico, e o mais importante é olhar para a frente. Mas claro que queremos sempre mais. Não queremos perder agora, vem aí a qualificação para o Mundial, com aspirações muito óbvias"

Vitórias têm permitido uma renovação tranquila na Seleção: "Há muito anos que eu dizia que ia ser natutral o futuro do futsal nacional, estava garantido. Era muito natural. É nossa obrigação proporcionar oportunidades aos nossos jogadores. Se têm qualidade, não interessa se têm 18 anos ou 30".

Portugal está a desafiar a lógica do futsal: "Sempre olhámos para nós, o que temos de fazer, e para continuarmos este registo não podemos abrandar. Esta época já vamos ter mais duas seleções, mais técnicos, a própria FPF assim o exige. Parece que a Cidade do Futebol vai ter um museu e queremos enriquecê-lo". 

foto - fpf.pt



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