“Atitude, compromisso e responsabilidade” —Luís Conceição sublinha o ADN da Seleção



A Seleção Nacional A Feminina de Futsal voltou a realizar uma exibição de força ao vencer a Nova Zelândia por 0-10, este sábado, na terceira jornada do Grupo C do Campeonato do Mundo Feminino de Futsal, que decorre nas Filipinas. Foi uma demonstração de autoridade total, onde Portugal manteve a identidade competitiva do primeiro ao último segundo e confirmou o pleno na fase de grupos.

As portuguesas entraram determinadas a não abrandar o ritmo, e o resultado espelhou isso mesmo. Janice Silva e Fifóbisaram com naturalidade, juntando-se aos golos de Débora Lavrador, Inês Matos, Maria Pereira, Kaká e Marta Teixeira, num triunfo amplo e construído sem nunca tirar o pé do acelerador. A equipa mostrou concentração, compromisso e agressividade positiva, independentemente do adversário.

Com esta vitória, Portugal fechou a fase de grupos com nove pontos em nove possíveis, após os triunfos expressivos sobre a Tanzânia (10-0) e o decisivo 3-1 frente ao Japão, que garantiram a liderança do Grupo C e o apuramento antecipado para os quartos de final. O adversário será conhecido ainda hoje, no desfecho do Irão–Itália, jogo que define quem Portugal vai enfrentar no início do mata-mata.

No final da partida, Luís Conceição destacou a atitude irrepreensível da equipa, mas deixou um aviso claro: o que aí vem terá uma exigência completamente diferente.


Luís Conceição, Selecionador Nacional, em discurso direto

“Sabíamos para onde se poderia encaminhar o jogo. Havia que manter o foco, a exigência, e aproveitar este jogo para competir. Era uma oportunidade muito importante para podermos competir: depois de termos jogado na quarta, só iríamos jogar na próxima terça-feira e tínhamos de aproveitar para competir de uma forma muito rigorosa. Cumpriram o pleno, estão de parabéns pela forma como encararam o jogo, é de reforçar a atitude, o compromisso e a responsabilidade, foi extremamente positivo.”

“Queríamos os nove pontos, achámos claramente que era possível alcançá-los. Se calhar, não estaríamos à espera de fazer uma diferença tão grande entre golos marcados e sofridos numa competição como esta, mas fizemos a nossa parte com muita qualidade.”

“Mas isto nada tem a ver com o que aí vem. Agora é recuperar, recuperar, pensar já no próximo adversário; ver o que vai acontecer no Irão–Itália, de onde vai sair o nosso adversário para o próximo jogo, e depois é o mata-mata: que venha o jogo do mata-mata.”


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