Magnus é tetracampeão da Supercopa e garante vaga na Libertadores 2026



O Magnus conquistou este sábado a 10.ª edição da Supercopa do Brasil de Futsal, ao vencer o Atlântico por 4-2, em Erechim, assegurando o tetracampeonato da competição e a consequente qualificação para a Libertadores 2026.

A formação paulista confirmou a sua supremacia numa final intensa, com golos de Lucas Gomes, Andrey, Rodrigo Capita e Joãozinho, perante um Atlântico combativo, mas incapaz de inverter o rumo da partida.

Rodrigo Capita em destaque

Além do título coletivo, Rodrigo Capita terminou como melhor marcador da prova, com cinco golos apontados. Durante o torneio, o capitão do Magnus alcançou ainda a impressionante marca de 500 golos com a camisola do clube, reforçando o seu estatuto histórico na equipa.

Com este triunfo, o Magnus garantiu a terceira participação consecutiva na Libertadores, competição que regressa ao Brasil oito anos depois e será disputada entre 24 e 31 de maio, em Carlos Barbosa (RS).


Primeira parte equilibrada

Na reedição da final da Taça do Brasil, ambas as equipas apresentaram-se condicionadas por ausências devido a expulsões nas meias-finais. O Magnus não contou com Carlinhos, Vagner e Mendonça, enquanto o Atlântico teve baixas como Batalha e Dudu.

O Atlântico abriu o marcador aos cinco minutos, com Mariano a finalizar após combinação com João Vítor e Roni. A resposta do Magnus surgiu aos nove minutos, quando Lucas Gomes restabeleceu a igualdade com um remate à entrada da área.

O encontro manteve-se aberto, com o Magnus mais perigoso na procura da reviravolta, mas travado pela boa exibição do guarda-redes Ryan. Antes do intervalo, dois lances analisados pelo vídeo-suporte não alteraram o resultado, mantendo-se o empate ao descanso.


Magnus decisivo na segunda parte

O Magnus entrou mais forte na etapa complementar e operou a reviravolta aos dois minutos, com Andrey a concluir um contra-ataque conduzido por Leandro Lino. Pouco depois, um penálti confirmado após recurso ao vídeo foi convertido por Rodrigo Capita, ampliando para 3-1.

O Atlântico ainda reduziu por intermédio de Serginho, mas Joãozinho, numa excelente jogada individual, voltou a dar dois golos de vantagem ao Magnus, fixando o 4-2.

Nos minutos finais, o Atlântico arriscou com guarda-redes avançado e beneficiou da expulsão de Leandro Lino, mas apesar da superioridade numérica, não conseguiu materializar as oportunidades criadas.

O apito final confirmou o tetracampeonato do Magnus, que volta a erguer a Supercopa e assegura presença na principal competição sul-americana de clubes.


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