Teka: 'Tenho dado o litro para estar no Mundial'
O site da FPF esteve à conversa com Teka o único dos 18 convocados por Jorge Braz para o pré-estágio de preparação para o Campeonato do Mundo que não soma qualquer internacionalização ao serviço da Seleção Nacional A ou dos escalões de formação.
A qualidade do seu futsal é inegável e tem sido visível nos clubes por onde tem passado – Casal do Rato, Sporting, Benfica, Olivais e Fundão – e, talvez por isso, Teka sinta que este é o momento de se afirmar como internacional.
“Este pode ser o meu ano, mas tenho que trabalhar muito para tentar estar no Mundial”, disse após o treino da manhã desta terça-feira. “Se for chamado, será porventura o ponto mais alto da minha carreira, mas ainda tenho muito tempo pela frente. Vou continuar a correr e a trabalhar sempre para atingir o nível máximo do futsal”, garantiu.
Em relação ao estágio que se iniciou no passado domingo, em Rio Maior, Teka não esconde as dificuldades próprias de um arranque de época, ainda para mais num espaço de excelência como é o da Seleção Nacional. “Têm sido treinos muito intensos. É um ritmo muito complicado, mas acho que tenho aguentado bem. Tenho dado o litro para tentar estar entre os 14 [convocados para o Mundial]. Vou tentar agarrar esta oportunidade”.
“Tenho-me sentido e trabalhado bem. Com a ajuda dos meus colegas e do “mister” torna-se tudo mais fácil. Aqui só temos de aprender ao máximo para mais tarde disfrutar”, prosseguiu.
O atleta do Fundão está ciente de que a concorrência é forte e que terá de dar tudo para chegar à Colômbia. “A diferença [entre os treinos na Seleção e no clube] é que aqui a exigência é sempre muito grande. É sempre tudo a correr. Temos de estar sempre ativos, também mentalmente. Temos de pensar sempre bem – porque corremos o risco de ver alguém passar-nos à frente – e procurar nunca errar”, sintetizou.
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