Miguel Ângelo: 'Ambiente tem sido fantástico'
A Seleção Nacional de futsal cumpriu, esta terça-feira, o 10.º dia de estágio de preparação para a fase final do Campeonato do Mundo Colômbia-2016.
Depois de durante a manhã ter voltado ao Centro de Alto Rendimento do Jamor, à tarde os comandados de Jorge Braz realizaram mais um treino no pavilhão dos Leões de Porto Salvo.
Esta quarta-feira, pelas 18h00, a Equipa das Quinas cumpre o terceiro jogo de preparação, desta feita diante de Marrocos, numa partida que está agendada para o pavilhão nr. 1 do SL Benfica.
Ao site da FPF, o ala, Miguel Ângelo, disse que todos estes momentos de preparação são preciosos. “São jogos com equipas semelhantes às que vamos encontrar no Mundial. São encontros difíceis, extremamente físicos. Ainda não fizemos o ‘scouting’ [à equipa de Marrocos], mas vamos fazê-lo. Marrocos tem atletas de grande qualidade que constituem uma equipa gira”, referiu em declarações ao fpf.pt.
O jogador do Benfica mostra-se agradado com o trabalho já realizado, sublinhando a exigência com que tem decorrido o estágio. “Para já o balanço é positivo, apesar de já se notar algum cansaço, o que é algo natural e que faz parte desta fase da época”, afirmou.
“Tem sido uma concorrência saudável, que só nos motiva mais para estar entre os 14 [convocados para o Mundial]. Seria muito importante participar no meu primeiro Mundial, seria a minha primeira grande competição pela nossa Seleção e será um motivo de enorme orgulho se fizer parte dos 14”, prosseguiu.
Num estágio tão prolongado, é natural que exista algum desgaste em termos emocionais. Ainda assim, Miguel Ângelo não poupa elogios à forma como o grupo se tem mantido coeso. “As nossas personalidades são todas diferentes, mas somos adultos e sabemos ultrapassar essas diferenças. Tem sido um ambiente fantástico com 18, ou 16 e, certamente, também o será com 14”, concretizou.
O jovem internacional português está ainda a dar os primeiros passos na principal Equipa das Quinas, depois de ter cumprido um trajeto de 11 jogos nos sub-21, mas quer impor-se e deixar a sua marca. “Estar na Seleção é um marco importante e quero fazer muitos mais jogos. Nos sub-21 temos muito menos maturidade em lidar com os problemas e essa é a grande diferença”, resumiu.
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