Técnico do Magnus, Ricardinho visa título Mundial: “É o ápice de qualquer atleta e treinador”
Em 2016, Ricardinho fez parte da equipa do Magnus como jogador quando a equipa venceu a intercontinental, agora, ele quer o título como treinador, revelou à Globo Esporte.
Com as malas prontas para participar na intercontinental na Tailândia, o Magnus disputa este fim de semana a Masters Cup.
Após os duelos em solo português, a equipa sorocabana segue viagem para a Tailândia, para defender o título Mundial que ganhou em 2016, já que em 2017 a competição não foi realizada.
“Naquele ano tivemos a oportunidade de sermos campeões, querendo ou não estamos defendendo o título. Eu naquela ocasião ainda jogava, será uma sensação única, vai saber quando teremos uma oportunidade de viver isso novamente. Ser campeão do mundo é o ápice de qualquer atleta e treinador, eu vou tentar entrar para história do Magnus como jogador e técnico”, diz Ricardinho.
O treinador está contente com o seu plantel, pois mesmo com a sequência de jogos e campeonatos que a equipa já teve nesta temporada, chega para à intercontinental com todos os jogadores disponíveis. “Estou feliz com a evolução do Falcão, e também do Foglia que chegou da Europa e tivemos um tempo para adaptá-lo no estilo de jogo que eu gosto. Mesmo com uma maratona de 60 jogos, que é uma coisa desumana, não perdemos nenhum jogador por lesão”, enfatizou o treinador.
Com as malas prontas para participar na intercontinental na Tailândia, o Magnus disputa este fim de semana a Masters Cup.
Após os duelos em solo português, a equipa sorocabana segue viagem para a Tailândia, para defender o título Mundial que ganhou em 2016, já que em 2017 a competição não foi realizada.
“Naquele ano tivemos a oportunidade de sermos campeões, querendo ou não estamos defendendo o título. Eu naquela ocasião ainda jogava, será uma sensação única, vai saber quando teremos uma oportunidade de viver isso novamente. Ser campeão do mundo é o ápice de qualquer atleta e treinador, eu vou tentar entrar para história do Magnus como jogador e técnico”, diz Ricardinho.
O treinador está contente com o seu plantel, pois mesmo com a sequência de jogos e campeonatos que a equipa já teve nesta temporada, chega para à intercontinental com todos os jogadores disponíveis. “Estou feliz com a evolução do Falcão, e também do Foglia que chegou da Europa e tivemos um tempo para adaptá-lo no estilo de jogo que eu gosto. Mesmo com uma maratona de 60 jogos, que é uma coisa desumana, não perdemos nenhum jogador por lesão”, enfatizou o treinador.
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