Jogo emotivo, e muito bem jogado, com duas equipas com estratégias bem diferentes. O Freixieiro com a sua posse de bola, naturalmente a partir para o seu ataque planeado, e o AMSAC no aproveitamento dos erros do adversário. A atitude dos jogadores do Freixieiro, que foram dum esforço digno de registo, foi de realçar porque de facto quiseram vencer a partida e ficarem apurados para a Final Four. Pavilhão completamente cheio (mais ou menos 1.000 pessoas), sem espaços mortos "estilo NBA", deu muito brilho a um espectáculo em que os jogadores retribuíram com lances a definir a qualidade de jogo patenteada. No adversário tenho que individualizar o guarda-redes Piranha que, mais uma vez, evitou que o marcador se avolumasse. Em relação à equipa de arbitragem, não assinalou 2 (duas) grandes penalidades sobre o nosso jogador Leonel Dias (Lhé) e marcou uma contra nós, numa bola dividida entre o Carlos França e o adversário. A nível disciplinar, parabéns a todos os intervenientes, que vieram cá só para jogar à bola e não para complicar. Grande jornada de Futsal, presenciada por directores da Federação, espero que transmitam de facto aos seus superiores a verdadeira festa.
Perdemos contra uma equipa que nos é superior futebolisticamente, apesar de já lhes termos ganho, esta época, duas vezes para o campeonato. A essa superioridade poderíamos contrapor uma grande raça, uma grande entrega, que é o que temos fazendo durante o campeonato. Só que, neste momento, existe uma quebra física acentuada em peças importantes da nossa equipa, que não nos permitiu colocar em campo essas vicissitudes. Obviamente que, quando isto acontece e estamos a jogar contra uma equipa que nos é superior, as nossas hipóteses diminuem consideravelmente. Para piorar o quadro, ficámos, à última hora por lesão, privados do concurso do nosso jogador que mais se tem distinguido (Zeca), o que me levou a ter que recorrer a um jogador que há mês e meio que não jogava e apenas tinha realizado um treino (Adérito). Se já tínhamos poucas hipóteses de contrariar o favoritismo adversário, com menos ficámos. O Freixieiro apresentou-se com grande disposição, independentemente dos seus jogadores estarem algo nervosos porque era um jogo muito importante para as suas aspirações, tanto que encararam o jogo com muita seriedade. O pavilhão estava super cheio, com um ambiente infernal (no bom sentido). Queria realçar a extraordinária exibição do Lhé (Freixieiro) que partiu a loiça toda.
A atitude dos jogadores do Freixieiro, que foram dum esforço digno de registo, foi de realçar porque de facto quiseram vencer a partida e ficarem apurados para a Final Four.
Pavilhão completamente cheio (mais ou menos 1.000 pessoas), sem espaços mortos "estilo NBA", deu muito brilho a um espectáculo em que os jogadores retribuíram com lances a definir a qualidade de jogo patenteada.
No adversário tenho que individualizar o guarda-redes Piranha que, mais uma vez, evitou que o marcador se avolumasse.
Em relação à equipa de arbitragem, não assinalou 2 (duas) grandes penalidades sobre o nosso jogador Leonel Dias (Lhé) e marcou uma contra nós, numa bola dividida entre o Carlos França e o adversário.
A nível disciplinar, parabéns a todos os intervenientes, que vieram cá só para jogar à bola e não para complicar.
Grande jornada de Futsal, presenciada por directores da Federação, espero que transmitam de facto aos seus superiores a verdadeira festa.